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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

as dimensões escondidas do Universo

Hoje venho com uma matéria nova que desperta a curiosidade de muitos e a certeza de poucos, venho aqui neste humilde blog falar sobre "as dimensões escondidas do Universo", leia com atenção, e não esqueça de COMENTAR!!



(texto de Carlos Augusto Romero Filho)

Até o aparecimento da teoria da relatividade, parecia fora de cogitação que o Universo em que vivemos tivesse mais de três dimensões. É plausível que essa concepção de tridimensionalidade tenha origem no simples fato de que os objetos físicos que encontramos no nosso cotidiano possuem, de acordo com nossa experiência sensorial, comprimento, largura e altura. Além disso, em nosso primeiro contato com a geometria plana ou espacial, na escola, temos a tendência natural de atribuir aos teoremas o status de fatos geométricos, como se eles tivessem uma existência real, transcendendo à natureza puramente abstrata e axiomática da Matemática.
Aliás, a esse respeito não nos esqueçamos de que o famoso teorema de Pitágoras, o mais importante da geometria euclidiana, foi “descoberto” empiricamente pelos agricultores egípcios, e só posteriormente foi depurado do seu conteúdo empírico pelos geômetras gregos.
A identificação da geometria euclidiana como sendo a própria geometria do mundo se constituiu historicamente num dos maiores entraves ao desenvolvimento da geometria moderna. Imaginar a existência de um outro tipo de geometria seria não só uma atitude fútil como herética. Assim, foi necessário esperar pela genialidade e coragem de Nikolai Lobachevsky (1793-1856) e Janos Bolyai (1802-1860) para que a geometria finalmente se libertasse do jugo euclidiano. Também a arraigada crença de que a geometria do mundo teria de ser necessariamente euclidiana, esta seria brilhantemente contestada pela perspicácia não de um físico, como seria de se esperar, mas de um matemático, Bernhard Riemann (1826-1866), sucessor de Carl Gauss (1777-1855) na Universidade de Göttingen.
O movimento dialético que opôs a geometria euclidiana às chamadas geometrias não-euclidianas, teve na Física, um paralelo bastante expressivo. De fato, a teoria da relatividade especial, proposta por Albert Einstein (1879-1955), em 1905, e aprimorada por Hermann Minkowski (1864-1909), pouco depois, começa diferindo da física Newtoniana em termos de geometria e dimensionalidade do mundo. Na visão relativista, o velho espaço de três dimensões tem de ser substituído por um novo espaço-tempo, de quatro dimensões. Além disso, a geometria desse espaço-tempo não e´euclidiana, e sim minkowskiana. O tempo passava assim a ser concebido como uma quarta dimensão, o que foi absolutamente fundamental e necessário para a construção da teoria da relatividade geral e a subseqüente revolução científica promovida por ela. Na relatividade geral, considerada por muitos como a maior realização intelectual humana, a geometria deixava de ser minkowskiana para ser riemanniana. E a gravitação entre os corpos deixava de ser vista como uma força física para ser considerada uma propriedade geométrica do espaço-tempo.
Apesar da grande beleza de suas equações, que descreviam parte da física (a gravitação), como sendo pura geometria, a teoria da relatividade, concluída em 1916, não satisfazia plenamente o senso estético de seu criador. Na realidade, Einstein ainda sonhava geometrizar o eletromagnetismo, obtendo, assim, uma teoria unificada das interações da física. Foi então que no início da década de vinte, do século passado, dois físicos teóricos, Theodor Kaluza (1885-1954) e Oscar Klein (1894-1977) formularam uma hipótese estranha, mas que conduzia a resultados interessantes. A teoria de Kaluza-Klein, como ficou conhecida posteriormente, demonstrou que se o espaço-tempo postulado por Einstein e Minkowski for acrescido de uma quinta dimensão, então, usando-se as próprias equações da teoria da relatividade, mostra-se que os fenômenos eletromagnéticos podem ser interpretados como tendo origem geométrica. Em outras palavras, o campo eletromagnético, à semelhança do campo gravitacional, também é geometrizável.
Durante toda a vida, a reação de Einstein à teoria de Kaluza-Klein oscilou entre a aceitação entusiástica e o ceticismo total. O grande problema, para ele e para muitos, era aceitar a existência de uma dimensão que não se via, que não se detectava experimentalmente. A quinta dimensão era uma dimensão “escondida”, por assim dizer.
A teoria de Kaluza-Klein original não considerava, por se desconhecerem na época em que foi formulada, as chamadas interações nucleares. No entanto, o modelo matemático em que se baseava a teoria serviu de inspiração para novas tentativas de unificação entre as forças da natureza. Foi assim que nos anos setenta e oitenta, do século XX, surgiram a teoria de supercordas e a teoria de supergravidade. Ambas buscavam um esquema de unificação à la Kaluza-Klein, mas com um postulado ainda mais exótico: nosso Universo teria dez ou onze dimensões!
A verdade é que não se pode dizer, neste início do século XXI, se a teoria de supercordas ou de supergravidade são viáveis ou não como teorias da física. Ambas lidam com um aparato matemático extremamente complicado, o que faz com que muitos físicos as considerem com certa desconfiança. Afinal, as leis da Natureza, como acreditava o físico inglês Paul Dirac (1902-1984), deveriam ser descritas por uma matemática simples e elegante.... Além disso, dez ou onze são muito mais dimensões para digerir do que as cinco da teoria de Kaluza-Klein. Qualquer tentativa de explicar por que existem tantas dimensões escondidas, não observáveis diretamente, sempre pode parecer um tanto artifical, ou, pelo menos, ad hoc, do ponto de vista epistemológico.
Para tentar explicar o fato de que até agora não se observou nenhuma dimensão além das quatro do espaço-tempo tem-se postulado que as dimensões extras, isto é, as dimensões escondidas do Universo, são minúsculas e se curvam sobre si mesmas. Na terminologia matemática , diz-se que essas dimensões são compactas. Recentemente, uma nova versão não-compacta da teoria de Kaluza-Klein foi sugerida pelo físico inglês Paul Wesson, da Universidade de Waterloo, no Canadá. Nos modelos cosmológicos propostos por Wesson o Universo em que vivemos tem cinco dimensões, sendo que a quinta dimensão, não-compacta, é a responsável pela existência da matéria. Em outras palavras, o que chamamos de matéria seria, em última instância, meramente geometria, a qual se manifesta como substância quando observada por seres que vivem numa hipersuperficie de quatro dimensões. Teorias que postulam a existência de tais hipersuperfícies são conhecidas pelos matemáticos pelo nome de teorias de imersão. O nome é sugestivo, pois a idéia é que o universo que observamos fisicamente estaria imerso num Universo maior, de cinco dimensões.
Uma outra teoria de imersão que surgiu no apagar das luzes do século XX deve-se aos físicos Lisa Randall, da Universidade de Princeton, e Raman Sundrum, da Universidade de Boston. Conhecida simplesmente como o modelo de Randall-Sundrum, essa teoria também considera que vivemos sobre uma hipersuperfície de um espaço-tempo maior , de cinco dimensões. O interessante é notar que tanto Wesson como Randall-Sundrum se utilizam de todo o formalismo matemático desenvolvido por Einstein, em sua teoria da relatividade geral, mudando apenas a dimensionalidade, que passa a ser cinco.
Desde o momento em que a física “virou” geometria, os físicos passaram a ter que pagar um tributo aos geômetras. Por exemplo, não é permitido ao físico construir uma teoria baseada num modelo geométrico sem antes saber se esse modelo é consistente com os teoremas fundamentais da geometria. Vejamos então o que sucede com as chamadas teorias de imersão. Quando Wesson publicou sua teoria , que pretendia geometrizar a matéria, o mecanismo matemático pelo qual se fazia a imersão em cinco dimensões era apenas uma conjectura, não estava garantido por um teorema conhecido. Para felicidade de Wesson, todavia, descobriu-se que o teorema necessário para garantir a consistência de suas idéias já havia sido demonstrado por um obscuro matemático inglês, Campbell, em 1926, e publicado postumamente num pequeno livro de geometria diferencial .
O teorema que garante a consistência matemática da teoria de Wesson não se aplica ao modelo de Randall-Sundrum. Eis aí uma situação em que a física estimula a pesquisa matemática. Para prosseguir com teorias de imersão mais gerais que a de Wesson, para explorar novas possibilidades teóricas, o teorema de Campbell não seria mais suficiente. Seria preciso generalizá-lo. E a busca de níveis crescentes de generalização de teoremas e teorias parece ser historicamente o movimento mais natural da pesquisa matemática. A generalização do teorema de Campbell foi demonstrada este ano por Fábio Dahia, um ex-aluno do curso de doutorado em física da Universidade Federal da Paraíba. Na verdade, Dahia conseguiu demonstrar não apenas um, mais três tipos diferentes de generalização do teorema, um dos quais se aplica ao modelo de Randall-Sundrum.
Por outro lado, a resposta à questão se existem ou não dimensões escondidas no Universo parece ainda bastante elusiva. Alguns físicos contemporâneos entrevêem nas dimensões extras a solução de vários problemas ainda insolúveis da física moderna, entre eles a quantização do campo gravitacional.
Stephen Hawking, eminente cosmólogo inglês, é um desses. Em recente entrevista sobre seu livro O Universo numa casca de noz Hawking declara abertamente sua crença num universo de várias dimensões extras. Porém, caso cheguemos à conclusão de que dimensões extras realmente existem, uma série de outras questões inevitavelmente se seguirá.
Por exemplo, o que acontece com essas dimensões à medida que o Universo se expande? Podem as dimensões extras serem da mesma natureza que o tempo, implicando com isso na existência de diferentes tempos cósmicos?
Já se disse certa vez que a física primeiro se inventa e depois se descobre. As dimensões escondidas já foram inventadas. Falta só serem descobertas.

domingo, 28 de setembro de 2008

Tesouros Perdidos

Junte os mapas e arrume a mochila. Há pelo mundo tesouros milionários sumidos há séculos. Saiba quais são os principais e onde eles devem estar.

Quando criança, o alemão Heinrich Schliemann ganhou de Natal o livro História do Mundo, de George Ludwig Jerrer. Nada muito diferente dos garotos de sua idade. Schliemann adorava ler contos de exploradores e aventureiros que saíam pelo mundo em busca de tesouros perdidos. A diferença é que a obra provocou o garoto a transformar o sonho em realidade. Ele cresceu, estudou arqueologia e se tornou o maior caçador de tesouros do século 19. Em 1870, descobriu na Turquia ruínas de 9 cidades diferentes empilhadas, com restos arqueológicos que iam do final do Neolítico até a época romana, e que ficavam exatamente onde Homero apontou a cidade de Tróia. A descoberta fez o mundo perceber que as histórias de Homero não eram apenas imaginação, como até então se pensava. Schliemann ficou tão famoso que, um século depois, inspirou o personagem Indiana Jones. Se você também quer encarnar o espírito de arqueólogo aventureiro, o BLOG AREA CONFIDENCIAL o convida a conhecer os 6 tesouros mais cobiçados da história. A expedição começa na América Latina e termina no Oriente Médio. Mas leia rápido: quem encontrá-los primeiro, fica milionário!!!


1. Os cofres do Capitão Kidd
Caçador de tesouro que se preza não deixa de fora as inúmeras rotas dos piratas, os marinheiros sanguinários que tocaram o terror pelos mares entre os séculos 15 e 19. Boa parte dos mitos se deve a apenas um pirata: o inglês William Kidd. Em 1696, escalado pelo rei da Inglaterra para inibir contrabandos dos franceses na região de Madagascar, na África, o corsário se converteu à pirataria, saqueando navios de nações aliadas que vinham das Índias abarrotados de ouro, prata e pólvora. Desde 1699, quando foi capturado e posteriormente enforcado, conta-se que Kidd teria enterrado parte das cargas roubadas em alguma ilha. Richard Zacks, no livro The Pirate Hunter (“O Caçador de Piratas”) documenta as várias expedições montadas para descobrir o local. O mergulhador Barry Clifford é o mais insistente. Há 6 anos, ele aparece toda hora nos jornais anunciando ter achado os destroços do navio mais famoso de Kidd, o Adventure Galley, afundado na ilha de Madagascar em 1698. Por enquanto, as pistas não levaram a nenhuma conclusão.

A razão da lenda em torno de Kidd são as quantias enormes de dinheiro encontradas com ele. Quando foi preso, a Coroa britânica tirou de Kidd uma embarcação lotada de moedas de ouro e prata, rubis, diamantes e sacos de açúcar, que na época valiam como pedras preciosas. Se essa carga existiu, será que Kidd teve outras? “Em geral, os piratas torravam tudo o que amealhavam no primeiro desembarque, com bebidas, jogos e mulheres”, afirma o historiador Eduardo San Martin, autor de Terra à Vista – Histórias de Náufragos na Era do Descobrimento.
Esse argumento não é aceito por alguns desbravadores, que ainda hoje tentam arrecadar fundos para novas expedições. A fonte de esperança deles são mapas encontrados nos anos 30 por dois irmãos britânicos, Guy e Hubert Palmer. A dupla era famosa por negociar relíquias de piratas e documentos da história marítima. Na época, até se achava que os mapas podiam ser do pirata William Kidd. Mas o Museu Britânico de Londres já provou que são todos forjados.

2. A grana de Pancho Villa
Já que estamos perto, vale dar uma passadinha pela cordilheira do México. No começo dos anos 1900, quase toda a população rural do país era constituída de sem-terra. Essa estatística provocou uma carnificina batizada de Revolução Mexicana, em que camponeses liderados por Emiliano Zapata, ao sul, e Doroteo Arango, ao norte, guerreavam entre si e contra a elite latifundiária. A idéia era entregar as armas só quando o governo desse as terras aos pobres.
Doroteo Arango é o nome de quem o mundo conhece como Pancho Villa, eternizado pelo cinema de Hollywood como o Robbin Hood latino. O folclore local conta que, depois de saquear cidades e cofres de banqueiros e grandes comerciantes mexicanos, Pancho repartia com a tropa uma parte do dinheiro arrecadado. A outra parte seria escondida em buracos de pelo menos 2 metros de profundidade.

O esquema seria seqüestrar mais ou menos 10 policiais em cada localidade e obrigá-los a carregar o tesouro até os esconderijos. Lá, eram mortos e, em seguida, enterrados nos buracos cavados por eles próprios. “Pancho conhecia muito bem a sierra Madre. Quando a usava como refúgio, era muito difícil alguém encontrá-lo”, diz o historiador americano Jeff Biggers.
Com o fim da guerra, em 1920, Pancho teria passado a redescobrir esses esconderijos e sacar os tesouros para juntá-los numa única vala na região de sierra Madre. Não teve tempo, entretanto, de desfrutar da polpuda aposentadoria. Em 1923, o guerrilheiro foi assassinado com 47 tiros numa emboscada armada pelo governo mexicano.

Em 1929, algumas sepulturas foram encontradas nos lugares onde deveria estar também o tesouro de Pancho. Se é que ele existe, é mesmo difícil de achá-lo. A sierra Madre é uma seqüência de desfiladeiros e montanhas que cruzam 8 estados mexicanos e 5 territórios indígenas. A fim de encarar?

3. Os Tesouros da fragata La Aurora
Dá pra fazer uma expedição mais em conta no Uruguai. A baía de Montevidéu guarda pelo menos 250 barcos afundados. Durante o século 17, galeões saíam a toda hora de El Callao (cidade portuária do Peru) cheios de cargas de prata vindas de toda a cordilheira dos Andes. De lá, eles desciam por rio até o estuário formado pelos rios Paraná e Uruguai, que separa Uruguai e Argentina e ficou conhecido como rio da Prata. O metal era tão importante para a região que o próprio nome da Argentina vem dela (prata é argentum, em latim). Montevidéu era a última escala dos barcos antes de cruzarem o Atlântico rumo à Espanha. Mas, com tempestades e ataques de piratas, era muito comum os navios afundarem por ali mesmo. Conhecido como “o inferno dos marinheiros”, o “La Plata” virou o maior depósito de tesouros submersos da América do Sul.

Hoje, o maior explorador da região é o argentino Rubén Collado. “Meu objetivo é achar a fragata La Aurora, que tinha 70 toneladas de moedas de prata e está na baía de Piedras del Pedro [próximo a Montevidéu] esperando alguém achá-la”, diz Collado, que em 1960 vendeu todo o seu patrimônio para dar inicio à empreitada. A La Aurora se quebrou em pedaços numa tempestade no dia 17 de agosto de 1772. Em 1880, uma dragagem do porto da região acabou erguendo uma barra de prata procedente das minas do Chile, identificada como parte da carga do navio. Collado ainda não encontrou a La Aurora, mas durante as buscas já resgatou alguns veleiros recheados de tesouros, como o Nuestra Señora de La Luz, localizado na praia de Carrasco, e o El Francia, na desembocadura do rio Santa Lucía, afluente do Prata.
Os trabalhos estão concentrados no lado uruguaio do rio da Prata. É que a Argentina proíbe a exploração do seu território pela iniciativa privada. Já o Uruguai autoriza as buscas – só exige como imposto 50% das riquezas encontradas.

4. A fortuna da armada britânica
Em 1694, Inglaterra, Espanha, Suécia e Holanda enfrentavam uma guerra sangrenta contra a França – a Guerra do Palatinado. O poderoso Exército francês, capitaneado pelo rei Luís 14, tentava tomar o controle de toda a Europa promovendo invasões aos Países Baixos, Áustria e Luxemburgo. Quando a frota francesa se preparava para atacar o Palatinado (lado ocidental da Alemanha e parte do Sacro Império Romano, então uma região rica e aliada da Igreja Católica), a liga dos países inimigos se formou.

Mesmo sendo dona da mais temida marinha da época, a Inglaterra precisava fortalecer a armada para conter os franceses no Mediterrâneo. A sudeste da França (hoje Itália), havia um duque dono de um território estratégico e aliado britânico. Os ingleses não pensaram duas vezes: encheram os porões do navio HMS Sussex com presentes para convencê-lo a entrar na batalha. Eram mais de 9 toneladas de moedas de ouro.

O navio partiu de Londres em 18 de fevereiro com destino ao litoral francês no Mediterrâneo. No dia 19, ao atravessar o estreito de Gibraltar, ele não suportou a força de uma tempestade e afundou. Ninguém teve notícia da fortuna ou dos 500 tripulantes até ser descoberta uma carta, em 1995, escrita na época por um espião que relatara o acontecido ao rei francês. Desde então, é um dos navios naufragados mais cobiçados (as moedas renderiam hoje cerca de € 4 bilhões).
O navio é um dos poucos próximos de ser resgatados. A empresa americana Odyssey Marine Exploration, associada ao Museu Naval da Inglaterra, lidera a corrida, que começou em 2006, depois de 8 anos de pesquisa. “Examinamos o local e temos fortes indícios de que o HMS Sussex está mesmo afundado em Gibraltar”, diz Greg Stemm, co-fundador da Odyssey. Neste momento, um robô submarino conduz as escavações a 900 metros de profundidade.

5. A tumba de Cleópatra
Explorado por pesquisadores há séculos, o Egito ainda guarda segredos arqueológicos. O maior deles é a tumba de Cleópatra, a legendária rainha que seduziu os generais Júlio César e Marco Antônio. Segundo o mergulhador francês Franck Goddio, do Instituto Europeu de Arqueologia Submarina de Paris, “é provável que o seu sarcófago tenha sido destruído por uma série de terremotos e inundações que abalou a capital Alexandria por volta do século 4”. Goddio tem em seu currículo a descoberta do palácio da rainha, achado em 1996 nas águas do Mediterrâneo. Para ele, os restos da tumba devem estar submersos em algum ponto próximo à costa egípcia. Ou então soterrados pelos escombros da antiga Alexandria – a mesma cidade, aliás, onde também estaria escondido o mausoléu de seu fundador, Alexandre, o Grande (356-323 a.C.).
Há dois anos, um grupo de arqueólogos franceses e egípcios achou no Cairo, a 200 quilômetros da capital, mais de 50 múmias de pessoas que viveram durante a dinastia ptolomaica, a mesma de Cleópatra. Não foi dessa vez, entretanto, que puseram as mãos na que pode ser a maior descoberta arqueológica de todos os tempos.

Segundo narrativas de Plutarco, historiador grego que viveu entre os anos 50 e 120, a rainha grega do Egito mandou juntar em seu túmulo toda a riqueza acumulada no trono, que consistia em peças de ouro e prata e até armas e embarcações – tradicionais possessões hereditárias dos reis egípcios.

Pode ser, entretanto, que não haja nada. “Especula-se que Otávio, conquistador do Egito, tenha se apoderado da maior parte do que era valioso”, diz Julio Gralha, egiptólogo da UFRJ. Esse período é assim mesmo, nebuloso. Até a forma como Cleópatra morreu é uma grande lacuna. “Mal sabemos se ela se matou mesmo por envenenamento, menos ainda se os tesouros de fato foram enterrados com ela”, diz Julio.

6. As minas do rei Salomão
Assim como no Egito, algumas cidades de Israel foram destruídas e reconstruídas várias vezes. Mas o país é muito menos explorado pelos caçadores de tesouros. Como o governo israelense gasta muito em ações militares, os pesquisadores costumam pagar do próprio bolso as escavações, limitação que faz do país um depósito gigantesco de riquezas antigas não resgatadas. A maior parte delas vem do tempo de Salomão, que reinou em Israel durante o século 10 a.C.
A lenda em torno dos tesouros do rei Salomão existe desde os relatos da Bíblia. Nos Salmos, Jeová indica a Salomão a localização dos diamantes de Ofir, a “terra de gigantes”. Alguns historiadores chegam a especular que Ofir pode ser uma referência ao Sudão, cujos nativos eram bastante altos. Já a idéia das minas do rei Salomão não passa de uma invenção propagada pelo inglês Henry Rider Haggard na obra As Minas do Rei Salomão, escrita em 1885.

Mesmo assim, o rei Salomão motiva dezenas de buscas arqueológicas. Descrito na Bíblia como um dos mais poderosos reis hebreus, fundador do reino de Israel, Salomão controlava rotas comerciais para o Egito, Europa e para o Oriente. Também tinha grandes fortes em cidades como Megido, Hazor, Gezer e Jerusalém. A construção mais famosa, e aquela que os pesquisadores mais sonham achar, é o Templo de Salomão, local de rituais judaicos onde teria sido guardada a Arca da Aliança com as tábuas dos 10 mandamentos de Deus. Nada mal, não? Em Tel Rehov, o principal sítio arqueológico do norte de Israel, pesquisadores da Universidade Ben-Gurion estão usando o teste de carbono-14 para datar ruínas de monumentos que podem comprovar as histórias bíblicas sobre Salomão. Eles ainda estão longe de descobrir grandes tesouros, que se resumem até o momento a uns vasinhos de cerâmica. De qualquer forma, se esses artefatos passarem por todos os testes de autenticidade, se tornarão valiosíssimos.

*O TEXTO LIDO ACIMA PERTENCE A REVISTA SUPERINTERESSANTE

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Duas Galáxias retratadas numa única e excelente foto

Voltando a ativa e trazendo mais coisas novas pra vocês , usuários e simpatizantes do blog Area Confidencial!

Astrônomos do Observatório Gemini fizeram essa imagem na constelação de Virgem que fica 90 milhões de anos luz daqui. A ilusão é de que as galáxias estão bem perto uma da outra.

NGC 5427 e NGC 5426 é a sigla dessas galáxias que são na verdade quase gêmeas de tão parecidas. O telescópio usado para a imagem é o VLT e fica no Chile.

As rotações das duas são invertidas, uma roda no sentido horário e outra no anti-horário e interagem uma com a outra, cada uma dessas voltas leva cerca de 100 milhões de anos!


Imagem:




domingo, 27 de abril de 2008

6 incríveis fenômenos naturais que você nunca viu

6. A tempestade sem fim da Venezuela

O misterioso "Relámpago del Catatumbo" é um fenômeno natural único no mundo. Localizado onde o rio Caratumbo desemboca no lago Maracaibo (Venezuela), o fenômeno consiste em relâmpagos de nuvem entre nuvem que forma arcos voltaicos com mais de cinco quilômetros de altura durante 150 dias do ano, 10 horas por noite, 280 vezes por hora.

Inventor cria método para colher energia de relâmpagos

Essa tempestade quase permanente ocorre sobre os banhados entre o rio e o lago e é considerada o maior gerador de ozônio do planeta, julgando pela intensidade e grande freqüência das descargas. A área sofre aproximadamente 1.176.000 descargas elétricas por ano, com uma intensidade de até 400 mil amperes, visíveis a 400 km de distância. Esta é a razão pela qual a tempestade é conhecida como o “Farol Maracaibo”, pois sua luz é usada há eras por embarcações.

A colisão com os ventos provenientes dos Andes causa as tempestades e os relâmpagos, que são o resultado de descargas elétricas através de gases ionizados (metano), criado pela decomposição de matéria orgânica nos banhados. Como o metano é mais leve do que o ar ele sobe até as nuvens, alimentando as tempestades. Alguns ambientalistas locais esperam colocar a área sobre proteção da UNESCO, por ser um fenômeno excepcional e grande fonte regeneradora do ozônio.

Vídeo:



5. A chuva de peixes de Honduras

A chuva de peixes é comum no folclore de Honduras. Ela ocorre em Yoro entre maio e julho. Testemunhas deste fenômeno dizem que começa com uma nuvem escura no céu seguida por relâmpagos, trovões, fortes ventos e chuva durante duas ou três horas. Quando a chuva para, centenas de peixes vivos são encontrados no chão. As pessoas levam os peixes para casa para consumi-los. Desde 1998 um festival conhecido como “Festival de la Lluvia de Peces” (Festival da Chuva de Peixes) é celebrado todo ano na cidade de Yoro, departamento de Yoro, em Honduras.

4. Cabras escaladoras de árvores do Marrocos
Os caprinos escaladores de árvores são encontrados, em sua maioria, no Marrocos. As cabras as escalam por causa da fruta da árvore argânia (Argania spinosa), similar a uma oliveira. Os agricultores seguem os rebanhos de cabras à medida que passam de árvore em árvore, não porque acham engraçado ficar apontando e olhando cabras encima das árvores, mas porque dentro da fruta há uma noz que as cabras não conseguem digerir e por isso são cuspidas ou excretadas. As nozes são utilizadas para fazer óleo de argânia usado em cosméticos e na culinária. Esta noz tem sido coletada pelo povo local há centenas de anos, mas como muitas coisas úteis da natureza estes dias, as árvores estão desaparecendo gradativamente.

3. A chuva (extraterrestre?) vermelha de Kerala




Entre 27 de julho e 23 de setembro de 2001 esporadicamente caiu, no estado de Kerala, ao sul da Índia, uma chuva vermelha. Pesadas torrentes ocorreram nas quais a chuva tinha cor vermelha, manchando roupas com uma aparência similar à do sangue. Chuvas amarelas, verdes e vermelhas também foram registradas.

Inicialmente suspeitava-se que a chuva teria sido colorida por um meteoro hipotético que teria queimado na atmosfera, mas um estudo realizado pelo governo da Índia descobriu que a chuva tinha sido colorida por esporos aereos, carregados pelo vento, de um tipo local e prolífero de alga terrestre. No início de 2006 a chuva colorida de Kerala ganhou atenção mundial depois de que a mídia levantou a conjectura de que a cor teria vindo de células extraterrenas. Essa hipótese foi proposta por Godfrey Louis e Santhosh Kumar da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam. A origem terrestre do material sólido foi confirmada por uma investigação baseada nas taxas de isótopos de nitrogênio e carbono.


2. O Sol Negro da Dinamarca


Durante a primavera na Dinamarca, à aproximadamente meia hora antes do pôr do sol, um bando de mais de um milhão de estorninhos malhados (Sturnus vulgaris) se unem vindas de todos os cantos para se encontrar em uma incrível formação. Este fenômeno é chamado de Sol Negro (na Dinamarca), e pode ser testemunhado no início da primavera através dos banhados do oeste daquele país, de março até a metade de abril. Os estorninhos migram, vindas do sul, e passam o dia nos prados, coletando comida e dormindo na vegetação do banhado durante a noite.

Vídeo:



1.O Arco Íris de Fogo

Não é um arco-íris de verdade, mas é um efeito semelhante, chamado de “arco circunhorizontal”, causado pela difração dos raios de sol nos cristais de gelo que formam uma nuvem tipo cirrus, o que ocorre sob condições especiais de posição entre o sol e das nuvens.

O fenômeno ocorre quando o sol está no alto do céu (mais alto do que 58º sobre o horizonte), e a luz passa através de uma nuvem diáfana tipo cirrus de grande altitude feita com cristais hexagonais. A Luz entra pela face vertical e é refratada, como em um prisma, e separada no conjunto das cores visíveis. Quando a face dos cristais está perfeitamente alinhada em paralelo com o solo o resultado é um espectro brilhante de cores que se parecem com um arco-íris.

A imagem acima da Nationa Geographic mostra uma nuvem de centenas de quilômetros quadrados ao norte de Idaho (EUA) em 3 de junho de 2006.


E ai pessoal, o que acharam dos Fenômenos?, Qual foi o mais interessante?...

Ta esperando o que para comentar?....


sábado, 1 de março de 2008

O misterioso Buraco das Araras


Localizado no município de Jardim, próximo de Bonito, Mato Grosso do Sul, o Buraco das Araras chama a atenção por ser uma imensa cratera com cerca de 500 metros de diâmetro e com uma profundidade estimada de 124 metros. Sua origem ainda não foi desvendada, acredita-se que a cratera tenha sido causada pela queda de um meteoro. No abismo do buraco existem estranhos túneis e cavernas. O Exército Brasileiro já mandou uma equipe para estudar o local, eles atingiram 90 metros de profundidade, e encontraram muitos ossos humanos e também carcaças de automóveis. Mas como tudo que não tem uma explicação simples, o Buraco das Araras também é cheio de lendas.
Teorias criadas sobre o Buraco das Araras:
- há muito tempo um UFO caiu ali; - é uma entrada para cidade subterrânea;
- o buraco foi criado para os extraterrestres se esconderem;
- um povo gigante mora dentro das cavernas e eles não podem ter contato com os "humanos";
Não encontrei muita informação sobre o assunto. Se você souber algo, por favor, deixe um comentário!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Os 50 lugares mais mistériosos do mundo

Nos milhões de anos em que a humanidade deixou sua marca no planeta Terra, foram feitas algumas incríveis realizações, remanescentes tangíveis que resultaram impossíveis de se crer. Trago a todos vocês, céticos ou não, os cinqüenta sítios mais misteriosos do planeta.
Quanto mais descobrimos sobre a interferência do homem sobre a terra e abaixo desta, mais damos conta de quanto ainda há para se descobrir. As 50 localidades introduzidas aqui foram escolhidas por serem locais tangíveis onde há mistérios que desafiam nossa presente compreensão sobre eles – ou os quais revelam seus segredos apenas para uns poucos.
Assim sendo, locais que guardam estranhos eventos apenas observados, como o Triângulo das Bermudas ou Lourdes, não foram incluídos. Não incluí também aqueles que resultam de processos naturais, ou aqueles que são considerados mal-assombrados ou míticos.
Os 50 lugares mais misteriosos do mundo são os que podem-se ver, tocar, medir. Alguns locais, no entanto, são inacessíveis ou parcialmente inexplorados, um fator pelo qual eles estão listados.
Alguns destes locais são visíveis em imagens de satélite, e as coordenadas geográficas lhes convidam a explorá-los através de softwares como o Google Earth ou em www.flashearth.com.
Os lugares estão em ordem inversa...

50 – Vale das Pirâmides, Visoko, Bósnia (N 43º59'33", L 18º10'21")

49 – Pirâmides de Güímar, Tenerife (N 28º19'15", L 16º24'49")

48 – Tunguska, Rússia (N 52º39'00", L 102º47'00")

47 – Pedras Fundidas, (vários locais)

46 – A Pirâmide de Gympie, Queensland, Austrália (S 26º10'9,70", L 152º41'32,16")

45 – O Astronauta sem Cabeça, Turquia

44 – Os Wandjinas, Austrália

43 – Mohenjo-Daro, Paquistão (N 27º19'35", L 68º08'15")

42 – Enigma de Jericó, Palestina

41 – Os Anasazis, Novo México, EUA

40 – A Civilização Maia, Guatemala

39 – Angkor, Camboja (N 13º26'00", L 103º50'00")

38 – Pine Gap, Austrália (S 23º47'52,08", L 133º44'11,76")

37 – Caminho dos Deuses, Pisco, Peru (S 13º43'02,08", O 75º52'31,51")
Estranha e curiosa formação de buracos em forma de "cinta perfurada" de origem desconhecida. Däniken a menciona em seu livro Viajem a Kiribati.

36 – Ponte Ram Sethu, Índia e Sri Lanka (N 9º07'15,6", L 79º31'18,12")
Os hindus acreditam que tenha sido Rama, a encarnação do deus Vishnu, quem a fez para resgatar sua esposa das mãos de Ravana, o gênio do Mal que a seqüestrou e a levou para as terras do Sri Lanka.

35 – Platô Tassili n'Ajjer, Argélia (N 25º46'5,86", L 9º10'18,40") ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Tassili_n'Ajjer )

34 – Montes Cahokias, Illinois, EUA (N 38º39'14", O 90º03'52")

33 – Avebury e Monte Silbury, Inglaterra (N 51º25'43", O 1º51'15") e (N 51º24'56", O 1º51'27")

32 – El Caracol, Belize (N 16º45'50.45", O 89º07'8,80")

31 – Geoglifo do Homem de Marree, Finnis Springs, Austrália (S 29º31'48", L 137º27'56")

30 – Glastonbury, Inglaterra (N 51º08'36", O 2º41'57") (N 51º08'44", O 2º42'52")

29 – Rapa Nui, Ilha de Páscoa (S 27º09', O 109º25,5')

28 – Grande Pirâmide de Cholula, México (N 19º03'28,60", O 98º18'02,30")

27 – Fortificações de Newark, Ohio, EUA (N 40º02'48,07", O 82º26'03,87")

26 – Oak Island, Nova Scotia, Canadá (N 44º31'00", O 64º17'57")

25 – Newgrange, Irlanda (N 53º41'39,73", O 6º28'30,11")

24 – Subterrâneos da Abadia de Welbeck, Inglaterra (N 53º15'43,59", O 1º9'24,64")

23 – Cidade do Vaticano e Basílica de São Pedro, Itália (N 41º54'08", L 12º27'12")
Além dos muros e pisos da grande basílica há um labirinto de passagens e câmaras conhecido como "A Gruta do Vaticano" e há também a Passeto di Borgo, uma passagem secreta que liga a Cidade do Vaticano ao Castelo de Sant'Angelo.

22 – Fortificações vitrificadas, Escócia (vários locais)

21 – Hipogeu de Hal Saflieni, Malta (N 35º52'12", L 14º30'23")

20 – Petra, Jordânia (N 30º19'43", L 35º26'31")

19 – Sacsayhuaman, Peru (S 13º30'28", O 71º58'56")

18 – O povo Guge, de Tsaparang, Tibete (N 31º28'45,91", L 79º39'36,22")

17 – Linhas paralelas de Clapham Junction, Malta (N 35º50'33,75", L 14º24'6,84") ( http://en.wikipedia.org/wiki/Clapham_Junction_(Malta) )

16 – Catedral de Notre Dame, França (N 48º51'10,8", L 2º20'59,28")
Uma obra de arte em homenagem ao Cristianismo ou um tratado codificado de alquimia?

15 – Ruínas subaquáticas, Bahamas (vários locais)

14 – Cidades subterrâneas da Capadócia, Turquia (vários locais)

13 – Geoglifos de Nazca, Peru (S 14º43'00", O 75º08'00")

12 – Arkaim, Rússia (N 34º22'75", L 109º15'13,06")

11 – Grande Zimbabwe (S 20º16'00", L 30º54'00")

10 – Tiwanaku, Bolívia (S 16º33'17", O 68º40'24")

9 – Área 51, Nevada, EUA (N 37º14'24,73", L 115º49'6,81")

8 – Nan Madol, Pohnpei, Micronésia (N 6º50'41", L 158º20'06")

7 – Göbekli Tepe, Turquia (N 37º12'30", L 38º55'00")

6 – Igreja da Arca, Axum, Etiópia (N 14º07'46,39", L 38º43'8,12")

5 – Ruínas subaquáticas de Yonaguni, Japão (N 24º27'00", L 122º59'00")

4 – Templo de Ba'albek, Líbano (N 34º0'25", L 36º12'14")

3 – Stonehenge, Inglaterra (N 51º10'44", L 1º49'34")

2 – Pirâmides e Esfinge, Cairo, Egito (N 29º58'34", L 31º07'58")

1 – Mausoléu de Qin Shi Huang, Xi'an, China (N 34º22'75", L 109º15'13,06")


Comentem!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Mistérios do mar

" Ainda que o Triângulo das Bermudas goze de muito mais celebridade, existem em nosso plane ta vários "vértices" ou "centros" de anomalias magnéticas, que em número de doze são distribuídas a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36° norte e sul. Como você deve recordar, foi Ívan Sanderson quem se ocupou do estudo destas zonas perigosas em sua obra "Residentes invisíveis", e quem formulou pela primeira vez esta hipótese. Ainda que a casuística nestas zonas não é tão espetacular como a do Triângulo das Bermudas, merece que conheçamos alguns acontecimentos surpreendentes.


Afeganistão, Golfo Pérsico e as Rodas Luminosas

Nestas outras "zonas malditas", os aparelhos eletrônicos dos barcos e aviões sofreram interferências ou anulações, desapareceram homens e naves e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Igual ao que acontece com o Triângulo das Bermudas nada se sabe acerca de que ou quem pode produzir tão misteriosas perturbações.

Das 12 zonas mortais que se encontram distribuídas em espaços regulares por todo o planeta, somente dois, a do Afeganistão e a Antártida, se apresentam na massa continental terrestre, sendo todas as demais marinhas.

O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizadas no Afeganistão constitui, com o Golfo Pérsico, pelo sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° norte e os 75° leste aproximadamente.

A história das desaparições aéreas no Afeganistão é relativamente recente, tendo ocorrido quase todas elas durante a segunda guerra mundial. Durante os anos da guerra (1939-1945) os aliados, junto com os norte-americanos, estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle que sobrevoava o Afeganistão. Neste período desapareceram misteriosamente vários aviões norte-americanos, alguns dos quais, segundo informação revelada posteriormente, parece que transportavam carregamentos de barras de ouro. Nunca conseguiram localizar os restos dos aviões ou de seus tripulantes e oficialmente foram dados por desaparecidos.

Mais que desaparições, o que nestas águas vem sendo produzidas são estranhas visões de "rodas fosforescentes" submarinas. Em 15 de maio de 1879, o comandante J. E. Pringle, que viajava no comando do navio de guerra britânico "Vulture" por águas do Golfo Pérsico, observou a presença de ondas luminosas por baixo da água que se moviam a grande velocidade, passando por baixo do navio.

Segundo puderam observar, para o leste, o estranho fenômeno oferecia a forma de uma grande roda giratória com o centro naquela mesma direção. Os raios da gigantesca roda eram luminosos. E olhando para o oeste puderam ver outra roda similar que girava em direção contrária. Antes e depois desta estranha visão parece que o barco navegou por zonas cobertas de certa substância flutuante de aspecto oleoso.

Depois desta data inúmeros testemunhos de navegantes e viajantes que atravessaram estas águas foram conhecidos através de diversas publicações.

As "rodas luminosas" de Charles Fort O famoso autor americano Charles Fort, em sua obra "Livro dos condenados", recolhe grande quantidade de testemunhos sobre "rodas luminosas" nesta e outras zonas.

Apesar das coincidências entre todos os acontecimentos referidos pelas testemunhas presenciais, não está claro de como é possível que gigantescas rodas luminosas são encontradas sob a superfície do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.

Para explicar estes fatos, alguns prestigiosos autores e pesquisadores apontaram diferentes hipóteses.

O célebre astrônomo norte-americano Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e J. Bergier ("O retorno dos bruxos"), concordaram em afirmar que, possivelmente, "a civilização nasceu na Suméria, graças à vinda de misteriosos homens-peixes, chegados do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes visitantes extraterrestres seriam chamados Akpalus e conhecemos sua existência graças a Be-roso, sacerdote babilônico do século ÍV antes de Cristo.

No entanto, nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite sudoeste desta zona mais ou menos ramboidal, desde há quase duzentos anos vem acontecendo testemunhos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omán.

Beroso teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme, de milhões de anos de antiguidade, que ele sabia ler e cujos textos traduziu ao grego clássico.

Carl Sagan baseia suas afirmações nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso. Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve a esta fantástica criatura, sob sua cabeça de peixe tinha uma segunda cabeça, e se apresentava a nós corno o primeiro "educador", ensinando aos homens a construir suas casas e iniciando-os na escrita, nas ciências e na arte.

Animais-Homens, seres anfíbios inteligentes

Apareceram outros seres parecidos com Oanes. Um deles foi o Anedoto Musaro Oanes, também procedente das águas do Golfo Pérsico, e até um quarto Anedoto, com a mesma forma pisciforme e alguns traços humanóides.

Os akpalus são representados como "animais-homem inteligentes", que revestiam seu corpo com uma espécie de capacete e manto. (Existe um cilindro assírio no qual é representado Oanes e outras figuras vestidas desta "maneira". Inclusive uma delas parece carregar às costas certos "aparelhos").

E lógico pensar que, por suas características, os akpalus procediam de um planeta no qual a água devia ser o elemento dominante da vida.

Um planeta de Sírio? Segundo o pesquisador americano Robert K. G. Temple, em sua obra "O Mistério de Sino", este planeta aquático poderia ser algum que girasse ao redor da estrela Sino.

Sino é uma estrela de primeira magnitude (1,3 de magnitude absoluta) que se encontra há 8,7 anos luz de nosso planeta. Há uns sessenta anos se soube que está acompanhada de uma estrela "anã branca", que foi chamada Sino B, composta de uma matéria superdensa e pesada.

No entanto, o mais assombroso que revela o livro de Temple é a existência de uma tribo negra, os dogões, que habitam um território na República de Mali, que conhecem, ao longo de gerações, a existência da estrela "anã" companheira de Sino.

Identificam esta "anã branca" com a pequena e pesada semente da Digitalia, chegando a traçar perfeitamente sua órbita elíptica, em um de cujos pontos situam, quase exatamente, a Sino A. E também afirmam que existe uma Sino C, que nossos meios tecnológicos ainda não conseguiram descobrir.

O tradicional culto a Sírio Este conhecimento está reservado aos sacerdotes da tribo e aos iniciados no culto a Sino e lhes foi comunicado pelos garamantes (antigo povo da Líbia), dos quais nada se conhece, que por sua vez o receberam dos egípcios, e estes dos sumérios.

Os dogões sabem, desde antigamente, que Digitalia ou Sino B é muito "pesada" e que demora cinqüenta anos, cifra exata, em seu giro ao redor de Sino A.

Como chegou este conhecimento à tribo dos dogões? Por que o assombroso segredo ficou escondido no coração da África? Alguns pesquisadores supõem que os chamados nommo pelos dogões eram os mesmos akpalus que procediam de um planeta de Sino C e que comunicaram aos homens que haviam civilizado o incrível descobrimento.

Seres anfíbios inteligentes Em sua obra, Robert K. G. Temple escreve: "Vale a pena assinalar que no caso de que alguns planetas do sistema de Sino fossem aquáticos, devemos considerar seriamente a possibilidade de que nele existam seres inteligentes, porém anfíbios.

Isto seria relacionado com a lenda de Oanes...; ele seria o ser anfíbio da tradição sumeriana mencionada pelo astrônomo Carl Sagan e ele foi quem contribuiu à civilização do homem. Dito de outro modo, os seres deste tipo seriam um pouco como sereias ou tritons..., e em certo modo poderiam ser parecidos a nossos inteligentes amigos os delfins". E continua: "Foi nessa época quando apareceu o Musaro Oanes Anedoto do mar Eritreu, que para os antigos era o corpo de água que hoje subdividimos no Golfo Pérsico, o Mar Vermelho e o Oceano Índico".

Podemos supor que ainda as profundidades marinhas do planeta estão habitadas por estes seres anfíbios? Ou talvez que os sucessores dos primeiros akpalus continuam visitando-nos? E difícil responder às perguntas e imaginar que algo assim está acontecendo.

No entanto, a possibilidade de que as águas do planeta sejam visitadas explicaria as misteriosas visões de luzes em forma de rodas, que se movem sob as águas e que às vezes emergem para desaparecer até mundos desconhecidos.

Zonas perigosas: Austrália e Nova Zelândia

A certa distância da costa da Austrália, em pleno Oceano Índico, é encontrada uma nova zona "perigosa".

E quase sobre a Nova Zelândia, 62° mais ao leste da anterior, existe outra. Desde há aproximadamente um século vêm sendo recolhidos testemunhos de misteriosas visões nesta zona.

O incansável Charles Fort, do qual nos é imprescindível seu trabalho nesses temas, nos informa dos casos mais antigos. Todos esses supostos casos se referem a "aterrissagens" em mares, rios, lagos, etc...

Em sua obra conhecemos os testemunhos oferecidos pelos tripulantes do bergantim "Ímnerwich" quando viajavam entre Yokohama e Victoria (Austrália), em 24 de fevereiro de 1885. Anteriormente, em 1881, duas testemunhas de privilégio, pois eram os filhos do príncipe de Gales, observaram a bordo do navio "La Bacante", quando navegavam entre Melbourne e Sydney, "um objeto completamente resplandecente".

A geografia da Nova Zelândia é muito peculiar, composto por duas ilhas principais e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas.

A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3 754 m. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de três mil metros de altitude.

A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul, mas está marcada por vulcanismo.

Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2797m) é um cone vulcânico ativo. A área total da Nova Zelândia, 270 500 km² é um pouco menor que a do Japão ou que as Ilhas Britânicas e um pouco maior do que a do Colorado nos EUA. O país estende-se por mais de 1600 Km ao longo do seu eixo principal norte-nordeste.

O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0ºC ou superiores a 30ºC. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9ºC no Inverno e 20,3ºC no Verão.

Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Calcedônia, Fiji e Tonga, para norte.

Casos relatados por Guieu Quanto aos casos mais modernos é o pesquisador francês Jimmy Guieu quem nos oferece abundante material.

Por exemplo, em 14 de julho de 1959, segundo testemunho de alguns caçadores, na ilha do Príncipe de Gales foi produzida a aterrissagem de um estranho objeto de cor vermelha.

Ao mesmo tempo outro grupo de testemunhas informou ter visto um objeto similar no chamado Refúgio de Karumba. Novamente em 16 de junho de 1962 voltou a ser observada uma nova aterrissagem de outro misterioso aparelho de cor prateada, na mesma ilha, sobre a lateral de uma colina.

Também na zona da Nova Zelândia puderam ser constatados casos de OVNÍS. Em 27 de novembro de 1952 foi visto, por um piloto aviador, sobre a zona de Nedim, no bairro de Auckland, um grande objeto que emitiu um resplendor cinza azulado e que voava a uma velocidade estimada em 450 km/h.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

As Pegadas de Utah


\período pré-cambreano

Em 3 de junho de 1968, Willian Meister com sua mulher e duas filhas, em companhia do casal Francis Shape e filhas, passou uma temporada na região de Antelope Springs, a 43 milhas de Delta, no Estado de Utah, EUA.

Munido de um martelinho, Willian Meister saiu em busca dos “seus” fósseis. Todavia, naquele dia, as filhas foram bem melhores sucedidas que o pai, a quem chamaram quando pensaram ter avistado uma petrificação, encravada em uma rocha.

Pegadas encontradas
À primeira vista, Meister nada distinguiu. Mas para contentar as moças, ele começou a martelar no local que lhe haviam indicado; de repente, uma camada rochosa desprendeu-se, como uma página de “um livro aberto”. Quando Meister, colecionador experimentado, estava com um pedaço de rocha na mão, começou a duvidar de suas faculdades mentais, pois diante dos seus olhos estavam as marcas de um pé humano e, por cúmulo, o homem pré-histórico que as imprimiu no solo “usava sapatos” ali não havia calcanhar, nem dedos, e nem a arcada do pé, mas, em vez disso, nítidos contornos de sapatos terminado em ponta e medindo 32,5 cms de comprimento, 11,25 cms de largura e 7,5 cms de calcanhar.

A exemplo que se observa contava com toda a impressão de uma planta de pé, e o peso do corpo ficou fielmente marcado no solo, pois nos calcanhares a depressão era mais funda do que nas pontas do pé. Mesmo porque até naquela hora, as impressões dos sapatos não faziam parte do sortimento colecionador.


Trilobite

Meister matou dois coelhos com uma só cajadada, pois o calcanhar do pé esquerdo esmagara um trilobite, cujos restos mortais ficaram petrificados, junto com a marca do pé. E, sem dúvida, Meister entendia de trilobites.

Ele levou seu achado para o professor Melvin A. Cook da universidade de Utah, que lhe recomendou que procurasse um geólogo, comentando: “Não sou autoridade em matéria de fósseis; porém este achado fala por si só”.

Desde 1968, esse achado milagroso já foi examinado por muitos cientistas, mas, até agora, nenhum deles se animou a arriscar um comentário conciso a respeito; todavia, os geólogos prontificaram-se a datar o achado fóssil, inequivocamente, do período cambriano, em data posterior, mais duas outras impressões de pé foram encontradas perto de Antelope Springs; no entanto, ali o pedestre pré-histórico não esmagou nenhum trilobite.

Esta espécie de provas, duras como pedra, não cabe, de jeito algum, na cartilha dos ensinamentos proclamados como sagrados e genuínos. Receio que a teoria de Darwin - vez após vez, “comprovada” com base em si própria - espalhou a cegueira profissional entre gerações de paleontólogos e antropólogos.

Os achados fósseis ficam muito acima da categoria de meros indícios. Existem; a gente pode pegá-los, colocá-los sob o microscópio e testá-los com todas as misturas químicas disponíveis.

São fatos puros e duros aqueles achados, que se colocam sobre a mesa, de maneira a não poderem passar por despercebidos. Quem poderá dizer quais os seres fantasmas que ali deixaram suas marcas de pé no chão?

Decerto seria um expediente cômodo recorrer a fantasmas, se pudesse entrar em sintonia com o esquema oficial. Contudo, pelo que eu saiba os fantasmas não costumam deixar impressões dos seus pés, quando desaparecem.

Quem foi então, que 140 milhões de anos atrás, andou passeando entre as impressões das patas dos dinossauros?

Quem era o dono do sapado que esmagou um trilobite, há 440 milhões de anos? Visto que, comprovadamente naqueles tempos remotíssimos não havia seres humanos, então deve ter sido outros seres parecidos com humanos, a eternizar-se, deixando a marca dos seus pés no chão.


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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

ESTRUTURA SUBMERSA NO JAPÃO

irei colocar aqui algumas fotos desta "ATLANTIDA" Japonesa!


Informações>
Estrutura submersa perto da ilha de Yonaguni (no Japão).

Ela está a aproximadamente 75 pés debaixo do nível do mar e tem uma evidente origem artificial.

Tem 600 pés de largura e 90 pes de altura, com uma idade aproximada de 8000 anos.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

OS MISTÉRIOS DA PEDRA DA GÁVEA


No alto da montanha aparece a face de um ancião.
Misteriosas inscrições completam o quadro.
Seria um elo entre o presente e o passado esquecido?

Entre São Conrado e Barra da Tijuca uma grande montanha de pedra, com 842 metros de altitude, surge das águas do oceano Atlântico. Sua parte superior tem a forma de uma gávea, muito comum nas antigas caravelas. Daí o nome, dado pelos portugueses: "Pedra da Gávea". Um observador mais atento notará que esta parte superior da pedra, vista do Leblon, se assemelha a um sarcófago egípcio.
Além da face mais conhecida, voltada para o norte, há uma outra, inacabada, voltada para o sudeste. Por que não foi concluída? A semelhança entre ambas é algo de notável.
Há muitas inscrições que não poderiam ter sido feitas pela natureza. A origem dessas inscrições tem sido motivo de discussões por anos e anos, mas parece não haver um maior interesse em esclarecer a verdade.

Há quem garanta ser a Pedra da Gávea o túmulo de um Rei Fenício.

As inscrições na Pedra, seu formato e as faces esculpidas dão força a esta teoria.

LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISNEOF RUZT

Alguns sinais da Pedra da Gávea chamaram a atenção do Imperador D. Pedro I,
embora existam documentos da época do descobrimento que já faziam referência a estes sinais.
Em 1963 o arqueologista e professor Bernardo A. Silva traduziu as inscrições:

LAABHTEJ BAR RIZDAB NAISINEOF RUZT

Lidas de trás para a frente:

TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL

Tyro Phoenicia, Badezir primogênito de Jethbaal

Em 856 AC Badezir assumiu o lugar de seu pai no trono real de TYRO.

Poderia ser a Pedra da Gávea um túmulo fenício?

Sítios fenícios foram encontrados em outros pontos do Brasil, o que confirma que eles estiveram
por aqui.

O mistério continua.
Enquanto não aparecem novas evidências,
a face de Badezir continuará a observar a maravilhosa paisagem do Rio de Janeiro
e a guardar seus segredos pela eternidade.

Nota:
Há teorias que falam de um mundo subterrâneo de Agartha, cuja capital seria Shambala. Uma das entradas desse mundo, no Brasil, estaria na Pedra da Gávea. Outra entrada estaria em Sete Cidades, no Piauí, e haveria uma terceira na Serra do Roncador. Dizem que alpinistas viram estranhas luzes esverdeadas no local em que estaria o portal desse mundo desconhecido. As duas entradas principais seriam nos pólos norte e sul da Terra. Mas isso é assunto para ser pesquisado.

E você, o que acha?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

História do Triangulo das Bermudas

Mais uma vez venho aqui postar uma matéria muito interessante sobre um lugar muito misterioso!,
O Triangulo das Bermudas.

Mas antes eu gostaria de fazer uma solicitação aos leitores deste blog,

De acordo com meus posts, Tenho e Venho percebendo que as pessoas reclamam muito do tamanho dos artigos, e ao mesmo tempo pedem o máximo de detalhes nos mesmos, então fico na dúvida: Reduzo ou abordo a informação completa?

Espero Respostas!

Continuando, ou melhor, recomeçando o post:



O Triângulo das Bermudas é uma uma área de 3.900.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico, circundada pelo litoral do sul da Virgínia, as Ilhas Bermudas e as ilhas Flórida. Esta região tem um estigma de ser acometida por vários tipos de acontecimentos sobrenaturais. Foram constatados diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios.
(como você pode ver ao lado)
Uma das possíveis explicações para estes fenômemos são os distúrbios que esta região passa, no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado vôo 19.
Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950.
É um período pós-guerra onde foram acirradas as diferenças ideológicas entre a águia, os Estados Unidos e a o urso, antiga URSS.
Esta situação está geralmente aceita entre todos os pesquisadores que mais aprofundaram no assunto. Somente algumas pequenas diferenças são dadas entre alguns estudiosos do Triângulo. Assim, Ivan Sanderson chegou à conclusão de que a zona tinha forma de elipse, e de que existiam mais outras doze zonas, repartidas por todo o mundo a Phvervalos regulares. Spencer pensa que a zona mais perigosa do planeta segue a plataforma continental.
Partindo de um ponto frente a Virginia, se dirige para o sul, ao longo da costa dos Estados Unidos, para terminar ao redor do golfo do México, passando pela Flórida.
Muitos cientistas são céticos em relação a uma versão sobrenatural, apesar dos inúmeros casos catalogados sem uma explicação clara sobre que de fato ocorreu nesta região.
Foi depois da publicação do livro O triângulo das Bermudas de Charles Bertlitz que os eventos foram conhecidos através da imprensa de uma forma mais abragente.
Recentemente o canal de tv estaduniense, especializado em ficção científica, produziu uma mini-série para com o nome de The Bermuda Triangle: Startling new secrets.
Uma zona de desastres inexplicáveis
Como podemos observar são pequenas diferenças. Mas a mais curiosa das declarações sobre a situação do Triângulo das Bermudas é a que nos dá, ainda que fique claro que não acreditamos em sua existência, a guarda costeira dos Estados Unidos. Em um impresso, registro 5270, do sétimo distrito do serviço, nos informa: "O Triângulo das Bermudas, ou do Diabo, é uma zonaimaginária, situada frente a costa atlântica dos Estados Unidos, que é conhecida pela alta proporção de perdas inexplicáveis de barcos, pequenos botes e aviões. Os vértices geralmente aceitos do Triângulo são: as ilhas Bermudas, Miami (Flórida) e San Juan (Porto Rico)".
Os meteorologistas se referem com freqüência ao "Triângulo do Diabo" como uma área limitada por linhas que vão desde as Bermudas até Nova York, pelo norte, e pelo sul até as ilhas Virgens, ondulando à maneira de leque para o oeste e abrangendo 75 graus de latitude oeste
The Devils Triangle - SUMO.tv O Triângulo do Diabo03:00 - Video em inglês
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domingo, 20 de janeiro de 2008

História do Stonehenge


Acredita-se que Stonehenge e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos antepassados dos Druidas deste milênio, por acreditarem que fossem lugares de grande força para concretizarem seus rituais...em vez de templos fechados eles reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.
A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade pois foram construídos logo depois da chegada dos Atlantes. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.


Do grego: mega = grande, lithós = pedra, de modo que megálitos são grandes monumentos de pedra. Eles podem representar linhas fechadas ( circulares, elípticas, ovóides, etc), alinhamentos retilíneos, ou empilhamentos como as pirâmides egípcias, chinesas e centro-americanas. Eles estão espalhados pelo mundo inteiro: Europa, China, América do Norte e Norte da África sendo os locais mais importantes.

Dentre os megálitos, os mais famosos são a Grande Pirâmide de Khufu e Stonehenge.
Tanto sobre a pirâmide de Khufu como sobre Stonehenge foram escritos milhares de livros. Isso não é por acaso. A maioria dos historiadores da Antiguidade diria que esses monumentos estão entre as maravilhas do Mundo Antigo.
Stonehenge é um megálito formado por círculos concêntricos de pedras (algumas com 45 toneladas e 5 metros de altura), construído na planície de Salisbury, na Grã Bretanha.
Existe evidência arqueológica que nos permite afirmar que havia atividade humana no local há mais de 10 000 anos. Contudo, o megálito propriamente dito só foi iniciado c. 2 100 AC, tendo sido construído em três etapas, entre 2 100 AC e 1600 AC. Para ter uma idéia mais clara de seu plano arquitetônico.

Não se sabe quem construiu Stonehenge, sendo que a teoria popular de que teriam sido os druídas está hoje refutada, pois o monumento foi concluído 1 000 anos antes de os druídas tomarem o poder. Contudo, os arqueólogos notaram a quase total ausência de lixo no local e isso é indicador de que o local era solo sagrado.
Quanto aos propósitos da construção de uma obra tão difícil para os meios da época é o que passaremos a tratar.
Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.
Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.

Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associandos a sistemas astronômicos, além de compara-los a símbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...
Segundo pesquisadores, esses desenhos (círculos ingleses), devido a sua complexidade, seriam impossíveis de serem feitos pelas mãos humanas. A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

O documento 512, a cidade perdida da Bahia

O documento 512, foi achado em 1838 na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, e descreve uma expedição de bandeirantes - ninguém faz idéia de quem seja o autor do manuscrito - por uma enorme cidade clássica perdida no interior da Bahia. O documento foi publicado em 1839, no Jornal do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. O início descreve uma montanha muito brilhante (por causa dos cristais), com um caminho por dentro. O acesso para a cidade se dava por esse único caminho de pedra. A entrada era formada por três arcos gigantes. O local estava despovoado.

Na cidade, as casas eram feitas com muita simetria. Dentro das casas os bandeirantes não encontraram nenhum vestígio de móveis ou qualquer outro objeto. Acharam uma praça, com uma figura de meio relevo talhada em pedra, e despida da cintura para cima, coroada de louro com inscrições abaixo do escudo. Nos lados esquerdo e direito da praça existiam edifícios imensos. Outras partes da cidade já eram escombros e ruínas, provavelmente causado por um terremoto. Nas ruínas eles encontraram uma moeda de ouro muito grande, com a imagem de um moço de joelhos de um lado, e do outro um arco e uma coroa. A cidade perdida tem sido procurada, até agora sem sucesso, por diversos exploradores.
Dentre eles, Percy Fawcett, Comandante da Guarda Real inglesa. Dizem que suas expedições inspiraram o cineasta Steven Spielberg a criar o personagem Indiana Jones. O fato de grande repercussão internacional foi o desaparecimento, em 1925, do Coronel Fawcett. Uma das teorias é que ele teria encontrado o portal para uma civilização subterrânea e resolveu morar lá, com um povo de pele branca e longos cabelos negros, que teriam poderes paranormais. Alguns acreditam que na vedade seja uma cidade intraterrena, explicando assim a dificuldade em encontrá-la. Muitas expedições foram realizadas no local, em busca do Coronel Fawcett. Intrigantemente, duas delas também não voltaram.

Fonte: BLOG Area 51